2006-11-17

a noite

vi o íntimo coração
e o pulsar das vísceras
a floração do mel
e o pequeno céu.

nada soube do sangue
dentro da cal
nem do rim espacejado.

breve a noite
caída no tapete
no riso brando
nos teus dedos.

6 comentários:

martim disse...
Este comentário foi removido por um gestor do blogue.
konde disse...

Outro momento...

hfm disse...

a fluência da palavra, da imagética e sobretudo da poesia!

Franceska disse...

Muito bonito mesmo. Muitos beijos tb!!!!!!

a rasar o ceu disse...

a Helena disse.


________________eu só respiro.



_____________e vigio. esta serena/imensa/luz/.






Martim...



beijo.

duke disse...

Luminoso mesmo...