2006-12-03

em sorrento

nem o humano em sorrento ouve
nem a pele repousa neste inverno
sem o fogo do espírito monológico
que fende o gelo vinda a clara neve.

abre-se também voltaire em nietzsche
e a suspeita mais que a verdade o tempo
que corre no propósito nesta estrada
de coragem e ousadia nos teus pés.

ouço-te na terra dentro do deserto.

8 comentários:

marakoka disse...

ouco.te-----------

jocas maradas de tempo

konde disse...

Grande deserto este... Abraço!

veritas disse...

nietzsche, este...esse...aquele...ensinou-me a ouvir dentro de mim...não me canso de o ler...preciso...

Bom fim-de-semana.

duque disse...

Ouço-te também!!!!!!!!!!!!!!!

pn disse...

o pouso da pele
na fenda
no fogo
no fel.

abr

conde disse...

Bom como é... Abraço...

Mendes Ferreira disse...

e eu calo-me. rente ao deserto.


dentro da terra fértil

das suas palavras.



Martim.

beijo.

Daniela Mann disse...

Muito lindo, Martim! Muito lindo!
Abraços