2005-11-20

a mitologia do sangue em Luís Calheiros

à sombra dos dias um traço corta a folha breve. não há esgar que não seja tormento. os liames das parcas retesam os músculos e a carne. também em tempos fui provérbio. agora subo por este catre que é o abismo da criação. vou preso e talvez seguro. nem a pedra me trava o passo. de repente um breve lume. assim a pintura e o suplício.

3 comentários:

Pinto Ribeiro disse...

boa tarde e bom domingo. o Calheiros, por fim. 1 abraço.

Mendes Ferreira disse...

vou presa e segura insegura de lume....boa noite Martim...bjo.

Mendes Ferreira disse...

boa tarde Martim..."bigado". bjos.