«Mas quem na imensidão da estrela de seis pontas poderia adivinhar o que ia no espírito daquele preso fechado e só na sua cela de entre as quinhentas celas onde fechados e sós estavam quinhentos presos?» [Manuel Tiago, «A estrela de seis pontas», Lisboa, edições Avante, 1994, p. 215].
Salvaguardadas as diferenças, quantos portugueses não estão hoje fechados dentro e fora do país, sem esperança e abandonados?
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