revista de arte e crítica de viseu
da literatura & afins
2012-04-19
rigor
assim um poema horaciano
é lambido até à perfeição
como se entre mar e terra
apenas houvesse a pele...
raso o presente é candura
brilho no sangue nos olhos
nas frágeis patas dos cães
no entrelaçado das mãos...
sem ruína esta é a história.
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