revista de arte e crítica de viseu
da literatura & afins
2011-10-02
lipovetsky ii
um avo nem asseptizo o momento
porque de poesia não trata o vazio
nem os vocábulos caem da máscara
assim a morte no prato devora o mal
pulsão fendendo os lábios sem lifting
um mundo de sangue um hiperespaço.
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