revista de arte e crítica de viseu
da literatura & afins
2010-05-07
oiro da noite
para a IMF, silenciosamente aqui
chega um raio de sol um beijo basta
para que as primeiras chuvas cedam
à força da torrente lenta madrugada
em ti sendo como inconsútil braço
de sal fulgindo no íntimo esplendor.
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