revista de arte e crítica de viseu
da literatura & afins
2009-06-18
marilyn: fábula com demónio
os cimos das montanhas dormem
como silentes as noites murmuram
o trabalho dos linces na sepultura.
aos pés do demónio um rosto fita
e a maldição é uma sombria folha.
sapiente e melancólica a voz sobe
como gloriosas histórias celestes.
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