2007-05-01

noite dentro

intérmina a noite inunda o rosto
e no promontório o fogo cresce
pelos braços. os dias não acabam
assim e nem isso eu lamento.

pela noite fico. do linho esta flor. tua.

5 comentários:

  1. Anónimo11:21 p.m.

    "internimo-me"....

    não existe eu sei....mas é o que faço...a cada vinda aqui.


    pelo meio dos dias e das noites.

    (agora vou ter nota zero....sorry)

    talvez amanhã cresça. a minha sabedoria.








    beijo Martim.


    y.

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  2. «do linho esta flor»

    .soberbo.

    abraço-te martim

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  3. Anónimo3:24 p.m.

    Ficamos...

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  4. voltei. agora para colher o linho.







    beijo.




    Martim.

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  5. Anónimo9:44 p.m.

    Belo pequeno e grande poema. Abraços...

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