eu sei: a agulha fere o dedo
e o só então o comboio vem
aos carris lembrando a dor
deslumbramentos e partidas.
é mesmo aí o lugar da peste
a insuportável fome vindo
os destinos partindo sempre
sem os bares e os afectos.
assim tudo em ti dentro da luz.
Finalmente... parece que já vou conseguir deixar um comentário. Tem sido inacessível, não sei bem porquê. Luz. Alegria. Nada melhor.
ResponderEliminarBeijos Martim
a insuportável fome vindo
ResponderEliminaros destinos partindo sempre
sem os bares e os afectos.
a mesmíssima fome que me põe aqui.
a "devorar" e a "beber" em q.q. momento o que o Poeta vai deixando nos carris da vida.
bom dia Martim.
B.
Y.
Uma alegria, tive eu, ao ter-vos conhecido (e ao Ai Valhamedeus) e ter usufruido da vossa companhia por breves horas.
ResponderEliminarJá está "linkado".
Abraço
MF
Bela agulha que mostra o mundo. Obrigado, sempre!...
ResponderEliminarQue alegria longa ler-te aqui. Um abraço
ResponderEliminar1.
ResponderEliminaremtidentro (salvo seja)-(de)morada alegria
sópode (?)
2.
mon cher:
as valquírias são inominadas, não te lembras?
Felizmente esta luz que não cede às trevas...
ResponderEliminarafinal tão breve a alegria.
ResponderEliminarmesmo.
porém o afecto resiste.
só ele...
mesmo.
boa noite Martim.
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isa.