2006-12-03

em sorrento

nem o humano em sorrento ouve
nem a pele repousa neste inverno
sem o fogo do espírito monológico
que fende o gelo vinda a clara neve.

abre-se também voltaire em nietzsche
e a suspeita mais que a verdade o tempo
que corre no propósito nesta estrada
de coragem e ousadia nos teus pés.

ouço-te na terra dentro do deserto.

7 comentários:

  1. ouco.te-----------

    jocas maradas de tempo

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  2. Anónimo12:03 p.m.

    Grande deserto este... Abraço!

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  3. Anónimo1:18 p.m.

    nietzsche, este...esse...aquele...ensinou-me a ouvir dentro de mim...não me canso de o ler...preciso...

    Bom fim-de-semana.

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  4. Anónimo2:40 p.m.

    Ouço-te também!!!!!!!!!!!!!!!

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  5. Anónimo4:44 p.m.

    Bom como é... Abraço...

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  6. e eu calo-me. rente ao deserto.


    dentro da terra fértil

    das suas palavras.



    Martim.

    beijo.

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  7. Anónimo11:32 p.m.

    Muito lindo, Martim! Muito lindo!
    Abraços

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