2006-11-17

a noite

vi o íntimo coração
e o pulsar das vísceras
a floração do mel
e o pequeno céu.

nada soube do sangue
dentro da cal
nem do rim espacejado.

breve a noite
caída no tapete
no riso brando
nos teus dedos.

4 comentários:

  1. Este comentário foi removido por um gestor do blogue.

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  2. Anónimo8:42 a.m.

    Outro momento...

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  3. a fluência da palavra, da imagética e sobretudo da poesia!

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  4. Anónimo10:06 p.m.

    Luminoso mesmo...

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