2006-05-09

esboços traços formas


esboços traços formas conversas silenciosas
espessuras em doca seca ventos de transeuntes
anónimos que ficam a boiar-me na pedra deste momento.
um momento branco raiado de tempestades
calmas. calmantes. gestos e dedos que só eu
detenho na sombra animada das tardes de
inverno. para que tudo na tua face faça sentido.

(Isabel Mendes Ferreira, Erato )

8 comentários:

  1. Anónimo8:17 a.m.

    Belo e alarmante poema? What about a autora?

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  2. Anónimo10:09 a.m.

    Bonita fotografia e também lindas palavras. Bom-dia!

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  3. konde, trata-se de poeta com obra publicada (c. de 10 livros), de rigor mais do que louvável. abraço.

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  4. :

    «espessuras em doca seca»

    e

    reler o poema outra vez.

    abraço pró martim
    e
    bjo prá isa

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  5. obrigado. vinha aqui dizer bom dia Martim e de repente reencontro.me.apoiada por uma belíssima imagem.

    (não mereço mas foi comovente...sobretudo depois destes dias de "água").

    beijo.
    bom dia.
    Martim.

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  6. Anónimo9:44 p.m.

    Martim, trata-de de um belo e enxuto poema. Obrigado pela amostra poética. Um abraço do Ricardo Santos.

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  7. Anónimo1:03 p.m.

    Então, não tem havido novidades?

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  8. bela escolha
    jocas maradas

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