
esboços traços formas conversas silenciosas
espessuras em doca seca ventos de transeuntes
anónimos que ficam a boiar-me na pedra deste momento.
um momento branco raiado de tempestades
calmas. calmantes. gestos e dedos que só eu
detenho na sombra animada das tardes de
inverno. para que tudo na tua face faça sentido.
(Isabel Mendes Ferreira, Erato )
Belo e alarmante poema? What about a autora?
ResponderEliminarBonita fotografia e também lindas palavras. Bom-dia!
ResponderEliminarkonde, trata-se de poeta com obra publicada (c. de 10 livros), de rigor mais do que louvável. abraço.
ResponderEliminar:
ResponderEliminar«espessuras em doca seca»
e
reler o poema outra vez.
abraço pró martim
e
bjo prá isa
obrigado. vinha aqui dizer bom dia Martim e de repente reencontro.me.apoiada por uma belíssima imagem.
ResponderEliminar(não mereço mas foi comovente...sobretudo depois destes dias de "água").
beijo.
bom dia.
Martim.
Martim, trata-de de um belo e enxuto poema. Obrigado pela amostra poética. Um abraço do Ricardo Santos.
ResponderEliminarEntão, não tem havido novidades?
ResponderEliminarbela escolha
ResponderEliminarjocas maradas