quando me vieres chamar, ouve,
encontrar-me-ás colado ao tecto
objecto de contemplação quase
fundido no tempo suspenso
escoando o sangue contra as fissuras
do velho soalho patinado.
ouvirás então o rumor íntimo
da desintegração.
em breve o mar dentro do corpo
a água perto da anca
a vida dentro de mim.
suspendo-me.
ResponderEliminarporque é belíssimo.
beijo. Martim.
Belo poema...
ResponderEliminar...
ResponderEliminarouvi o rumor
e
como-lhe agora o eco
...
abraço
Cuidado com a água!
ResponderEliminarspartakus, em ke sítio e a koras?
ResponderEliminartambém eu... braço no abraço.
ResponderEliminarquando te for chamar ouço-te...por que as tuas palavras sao lindas...
ResponderEliminar*beijo*