revista de arte e crítica de viseu
da literatura & afins
2005-12-06
uma fenda no nevoeiro
abre-se o silêncio ao fogo da paixão. um corpo destro está na mesa. alongado por mim dentro sobre o prato. longe são os gritos da infância. em volta a linfa cobre a linfa e o homem é de novo bicho do homem.
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