nem sempre a palavra trava
este fanal de sangue a veia
corrompida pelo sal as ruínas
dos ossos dentro da mente
o fogo cálido lambendo a pele
este chão raso de lágrimas.
quando vens onde as aves?
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2012-03-26
lacrimal
Publicada por
martim de gouveia e sousa
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26.3.12
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criação poética / chove no corpo
2012-03-25
sangue
o céu veste-se atrás da persiana
e consanguíneo o mar despe-se
sobre as cicatrizes dos dias...
fixo o espelho do caminho afaga
os passos como se a memória
viesse à boca à rara saliva
das ondas ao sal dos pulsos
a esta subsistência do sangue.
e consanguíneo o mar despe-se
sobre as cicatrizes dos dias...
fixo o espelho do caminho afaga
os passos como se a memória
viesse à boca à rara saliva
das ondas ao sal dos pulsos
a esta subsistência do sangue.
Publicada por
martim de gouveia e sousa
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25.3.12
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2012-03-19
líquidos
por sobre a água os pés fundos bailam
e por muitos que esperes a humidade
há de entrar em ri e roer-te as vísceras.
só então à condição chegado saberás
que uma imagem fica parada no tempo
e que o atlético salto é já o teu abismo.
transmuta-te em imagem e sê olímpico.
e por muitos que esperes a humidade
há de entrar em ri e roer-te as vísceras.
só então à condição chegado saberás
que uma imagem fica parada no tempo
e que o atlético salto é já o teu abismo.
transmuta-te em imagem e sê olímpico.
Publicada por
martim de gouveia e sousa
à(s)
19.3.12
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