revista de arte e crítica de viseu
da literatura & afins
2008-11-08
Guilherme de Faria
Manhã de Nevoeiro… A névoa apaga
E cega o meu olhar…
Mas, doce, a minha voz rompe a cantar,
E sobe, da toada branda e vaga,
À exaltação da profecia:
A névoa apaga e cega o meu olhar…
Mas, para além, é o sol dum novo Dia.
1 comentário:
hora tardia
9:10 p.m.
profético o seu dizer. que nenhuma névoa dissipa.
beijo. muito.
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profético o seu dizer. que nenhuma névoa dissipa.
ResponderEliminarbeijo. muito.