2008-01-13

poema para ruben a.

poema para ruben a.

o mar está espantoso como em brandão ou conrad
e é essa mesma respiração que me toma o corpo
mergulhado nas águas de branquinho e navarro
lembrando que o reverso da alma sempre navega
em busca do mundo de gerbault em garrafa de reno
e do desejo crustáceo do profundo sono cobalto -
assim “pôr silêncio onde palavras não tem lugar”.

5 comentários:

  1. Anónimo11:49 p.m.

    as palavras são mesmo só para os Eleitos.


    afinal poucos.


    beijo Martim.


    ancorado no silêncio.




    y.

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  2. Anónimo11:55 p.m.

    Este poema é arrebatador e não penso estar enganado. Mais assim. Abraço.

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  3. ... silencio-me. assim.
    bjs e boa semana, Martim

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  4. Anónimo3:25 p.m.

    Do Ruben A., lembro-me bem, apenas, da Torre de Barbela. Abraços...

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  5. Anónimo8:35 p.m.

    pergunto por vezes quando se lerá ruben a. «silêncio para 4» é uma obra-prima.

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