2008-01-15

até ao chão

pressentindo estanca o pensamento
e para trás o guindaste estica a pele
desvelando o gelo o arame das veias
ossos afogados no pulsar do sangue
que por ti irrompe desde a pleura
ao abismo dos pés dentro da terra
alagando-se a curvatura das unhas
dos cabelos ao mais baixo chão...

4 comentários:

  1. (talvez porque as minhas são de nada levo as suas.

    palavras.


    bom dia Martim....a cruzar a muralha.

    da memória.

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  2. palavras rasgantemente belas.

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  3. Anónimo3:59 p.m.

    Neste chão...

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  4. Anónimo6:23 p.m.

    Para que o sentir que enlaça o pensar nunca se estanque...

    Bjs. Boa semana.

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