pressentindo estanca o pensamento
e para trás o guindaste estica a pele
desvelando o gelo o arame das veias
ossos afogados no pulsar do sangue
que por ti irrompe desde a pleura
ao abismo dos pés dentro da terra
alagando-se a curvatura das unhas
dos cabelos ao mais baixo chão...
(talvez porque as minhas são de nada levo as suas.
ResponderEliminarpalavras.
bom dia Martim....a cruzar a muralha.
da memória.
palavras rasgantemente belas.
ResponderEliminarNeste chão...
ResponderEliminarPara que o sentir que enlaça o pensar nunca se estanque...
ResponderEliminarBjs. Boa semana.