as águas rompem os canos
e súbitas fendem o basalto
alagando os interstícios
a parte opaca do coração.
depois uma nuvem dissolve
o marfim dos ossos e o olhar
cai então violentamente
sobre os pés as unhas breves.
de mim não mais do que onda
ou mar rebentando no cérebro.
inundação. solidariedade.
ResponderEliminarParece que vem aí a chuva...
ResponderEliminarcomo é belo este mar que tal poema deu.
ResponderEliminarParabéns pelo blog.
ResponderEliminarAbraço
Há que tempos que não vinhas assim a terreiro! Abraço!!!
ResponderEliminarsubscrevo o Konde!
ResponderEliminar_______________Bjo.
y.
E a dona do piano sempre nos brinda com links certeiros...
ResponderEliminarBelíssimas palavras.
(=