do pequeno sulco o orvalho
inunda o verão este cais
afunda então dentro do copo
e o vidro em estilhaços fere
as lápides da pele as vozes.
no banco duro os amigos são
riso e seda vindo devagar...
um grito um violino e as garras frias
dentro da procissão um mero passo.
passo...
ResponderEliminarde gigante.
bom dia Martim.
bjo.