na colina um corpo a pupila sinuosa
fende a cal os caminhos silenciosos
e derradeiramente trémula a mão
colhe as espigas do verão os lábios
húmidos tocando os dentes longos
brancos archotes dentro da estação
como se o fumo dentro da chaminé
anunciasse a pele o melhor vinho.
ferida dentro os cabelos e o mistério.
e de novo a ferida
ResponderEliminarque é tb mistério.
de lume.
como se houvesse um só destino...
beijo Martim.
Y.
e a pele das colinas
ResponderEliminarlongas as espigas....
________________longa a estação
onde recupero o sinouso lume...
e
boa noite.
Bjo.
y.
Boa tarde,Martim!
ResponderEliminarA importância do corpo...
abraço
jocas maradas ...sempre--------
ResponderEliminarmas... lume.
ResponderEliminarbom domingo, Martim.
bjs
"...o melhor vinho". Isto entendo. Já não está mal, pois não?
ResponderEliminarAbraço.
os lábios húmidos esperando a saciedade, as espigas semidoiradas instigando ânimos e desejos de mais...
ResponderEliminarBjs. Bom fim-de-semana.
Mistério misterioso e beleza bela. Abraço!!!
ResponderEliminardoces mistérios.
ResponderEliminaré sempre tão belo o teu lume.
beijo Martim
B.
____________________________
Continua por aqui um grande e intenso fogo!!! Refrescante... ABRAÇOS!!!!
ResponderEliminarai meu deus, experimenta a leitura que proponho:
ResponderEliminarna colina, um corpo. / a pupila sinuosa
fende a cal,/ os caminhos silenciosos. /
e, derradeiramente, trémula a mão
colhe as espigas do verão, os lábios
húmidos tocando os dentes longos,
brancos archotes dentro da estação,
como se o fumo dentro da chaminé
anunciasse a pele, o melhor vinho.
ferida dentro, os cabelos e o mistério.
abrç
Hmmmm! Mnhame! Mnhame!
ResponderEliminarAbraço
MF