em agosto o canyon a sede
uma língua quente o oeste
e as bailarinas nas veias
céleres devorando o sangue
na mesa escorrendo os frutos
como no tempo antiquíssimo.
ardente a velha morada os amores
declinam então sobre o absinto e
da rebentação do estio as aves fogem
como em desfilada as teclas no corpo.
agora sei que virei com o vento
súbito como o perfume das flores.
ardem assim as palavras. em moradas de vento.
ResponderEliminarbelíssimo!
beijo
B.
_____________
oh Ave....ave ave....
ResponderEliminarave do meu perfume!!!!!!!!!!!!!!!!!
beijo.
______________
Martim!
Está dito: belíssimo!...
ResponderEliminarEste comentário foi removido pelo autor.
ResponderEliminarCom o vento venham os murmúrios desses desejos almejados, mesmo que velados pelo toldo da inconsciência, entre desejos afaguemos com o olhar sedento essas aves que expectamos...
ResponderEliminarBjs.
gosto disto
ResponderEliminarabraço
Este comentário foi removido pelo autor.
ResponderEliminarboa-noite martim
ResponderEliminar..
...
....
..............
.......
............
...................
.....................
.aos amores. ao perfume.
grnd abraço
Grande poema perfumado... Abraços!!!!!!!!!!!!!!!!!
ResponderEliminarMomento alto, igual a muitos, felizmente, aqui neste lugar de sede. Abraço!!!...
ResponderEliminar