2007-01-28

neste chão espero

cedo ao vidro que rompe a dureza dos ossos
e de mim pouco mais do que um manto resta
por ti esperando nas areias no fogo áspero
das veias alimentadas pelo vento pelo verde
do rio fundo refluindo para o abismo raiz
germinando nos intestinos no mesmo chão.

4 comentários:

  1. Anónimo9:37 a.m.

    deste chão que é o seu já espero tudo



    para meu grande fogo.
    abismal.



    beijo Martim.


    por este Belo fluir.


    Y.

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  2. gostei


    espero.............neste chão

    jocas maradas de mim

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  3. Anónimo11:33 a.m.

    Aqui nos encontramos, no mesmo chão.

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  4. boas tardes amigo
    .
    .
    .
    eu cedo à beleza
    deste poema

    abraço
    e
    bom domingo

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