de repente também um salto no tempo
e um corvo mudo olhando as roupas
libertadas e os corpos sangrando na areia.
súbita uma folha que o vento trouxe morre
no mar no sal que diz a tua vida como no
texto de wilde - feixe húmido de sentido.
em arco a groselha e o dia brilham em ti.
encostada à amurada ao aroma do café
narro-te a minha vida e tu compreendes.
Sempre em crescendo, sempre belo!
ResponderEliminarBelíssimo salto... Abraços...
ResponderEliminar"encostada à amurada ao aroma do café", linda aliteração e lindo, lindo poema que une as pontas do tempo! Um dia com um sol maior para ti!
ResponderEliminar"solidariedade". digo. sempre um salto que vale a pena!!
ResponderEliminarBjs
compreendo que esta folha diz o sussurro.
ResponderEliminarbranco e sossegado.
e "subo de novo à montanha".
beijo. Martim.
Verdadeiramente interessante. Abraço.
ResponderEliminarE de súbito...num esgar... a morte...
ResponderEliminarBjs. Boa semana.
e vim de olhos a abanar...nada na Fnac...
ResponderEliminarserá que tenho de ir a Vizeu????
beijo.