2006-12-21

cassiopeia

que queres agora se o dia rompe
oblíquo sobre o quarto rindo
espalhando a luz pelas frinchas?

do corpo do lume quase brando
convulsionado eis que a nuvem
explode no punho dentro da fenda.

um rosto espreita junto a pound
obscurecido pelo bailado do jongleur
pela espessura das trevas pelo olhar.

do tecto dúctil a flauta alonga o canto
caindo firme dentro do poço estelar
irisada cassiopeia sobre o manto.

8 comentários:

  1. Anónimo12:33 a.m.

    dúctil, cassiopeia... e flauta...

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  2. Anónimo11:06 a.m.

    Manto soberbo, brilhante!!!!!!

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  3. Anónimo11:53 a.m.

    Leio-o todo, agasalho-me no último terceto!

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  4. Anónimo6:42 p.m.

    Olá!

    Bom Natal e que 2007 se revele profícuo em inspiração, para que ao visitar esta página seja permanentemente brindada com magníficas poesias.

    Bjs. Bom Natal!

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  5. Anónimo9:33 p.m.

    Olá
    venho desejar Bom Natal e um 2007 maior e melhor.
    Os mesmos votos para o "Piano" se por aqui dedilhar :), já que no seu blog não consigo deixar comentário.
    Beijos.

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  6. obrigada Teresa....(sim claro passei....passo sempre....esteja onde estiver...Também para si...e um beijo)

    _________________


    boa noite Martim.

    aquele abraço.

    e um beijo azul.

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  7. obrigado a todos, agora chegado. para a isabel, a certeza de que al bem... azulescente beijo.

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