2006-03-26

Die Heimat

a escuridão recobre o silêncio e o computador não quebra o gelo. a doença está no display.
tranquilo, na vertigem de um giga, regresso a casa, volto às margens do ninho, às águas de mim.
cruzei ilhas, sítios, espadas, lâminas, gumes... fingidas imagens de um mundo inexistente e pouco mais.
não creio sequer que as mágoas sejam mais que as alegrias. a noite plasmática traz o abandono e eu cedo.
qwerty primo e o écran mudo, pouco mais que um tronco ardido e cinéreo. de novo gelado.
regresso a casa, ao ruído das madeiras e ao bulício dos livros. aqui, neste lugar de festa, a morte é fingida, que bem morre quem volta ao lar e à pátria do sentir.

9 comentários:

  1. (gostaria de ter escrito. este.)


    beijo. Martim.

    ResponderEliminar
  2. spartakus, sinto ka mákina só kom likor de singeverga. vou à compaq. abraço absíntiko.

    ResponderEliminar
  3. Anónimo11:15 a.m.

    O vírus parece de chumbo. Abraço.

    ResponderEliminar
  4. Anónimo6:30 p.m.

    Eu estudei o motivo da imagem em Ciências. Boa-tarde!

    ResponderEliminar
  5. adorei ler.te

    deixo-te jocas maradas para quebrar o gelo

    ResponderEliminar
  6. boa noite martim

    ...

    e agitam-se os quarks
    murmurando este texto.

    ...

    abraço

    ResponderEliminar
  7. beijo. a ceder perante este lugar. de festa.




    bom dia Martim.

    ResponderEliminar
  8. Anónimo4:57 p.m.

    Magnífica festa e parabéns.

    ResponderEliminar