à chuva, numa rua de Toledo (Foto Aveazul)
na secura da chuva os peixes morrem. dos cavalos negros o verniz do suor afunda. nem o trigo fora da terra nem a seara dentro do corpo. de novo a água dentro da fonte e o cano podre na terra. o sol morre dentro da noite e a chama acende a madrugada. corro parado dentro da chuva. amanheço agora no charco do vento. na secura da chuva estou em toledo.


amanhecer no charco do vento....
ResponderEliminaronde se fazem searas de aço?
bom carna val.....vale?
beijo Martim.
A Negrita já é capa de jornal? Viva a minha gata!
ResponderEliminarentre
ResponderEliminar«o verniz do suor»
e
«o cano podre na terra»
ouço
«salt peanuts»
do Dizzy
abraço