revista de arte e crítica de viseu
da literatura & afins
2005-10-20
canto luminoso
porque marginal, da margem sombria da sabedoria, releio "canto desabitado" de António Gil sob a luz da euforia:
"refaço-a a partir do vago compasso da ventania, do estalar da vaga, do solo ressumando a litania dos dias já completos..."
António Gil,
Canto desabitado
1 comentário:
porfirio
12:47 p.m.
habitado esse canto por todos que o lêem!
1 abraço
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habitado esse canto por todos que o lêem!
ResponderEliminar1 abraço